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22 a 25 de março de 2027

Credencie-se

Setores

Vestuário

Malhas, tecidos planos, jeans e suéteres do segundo maior exportador de roupas do mundo.

Capítulos SH

  • 61 · Knitted or crocheted apparel
  • 62 · Woven apparel

US$240 mi

Importações brasileiras de roupas de Bangladesh

ComexStat, 2025

O que o Brasil compra

Bangladesh foi o segundo maior fornecedor de roupas do Brasil em todos os anos de 2018 a 2025 (ComexStat, 2018–2025). Em 2025, o Brasil importou US$ 240 milhões em vestuário de Bangladesh, 10,2% de todas as suas importações de roupas (ComexStat, 2025). Do lado bangladês, o vestuário respondeu por 92% das exportações recordes de US$ 215 milhões para o Brasil, cerca de US$ 198 milhões (EPB, ano fiscal 2025-26).

A demanda se concentra em básicos de algodão. As linhas mais compradas de Bangladesh foram calças e bermudas masculinas de algodão, camisetas de algodão, pulôveres de algodão e de fibras sintéticas, camisas masculinas de algodão e calças femininas de algodão (ComexStat, 2025). O mercado como um todo é grande: o Brasil importou US$ 6,81 bilhões em têxteis e confecções em 2025, mais de US$ 4 bilhões da China (Abit, 2025).

Regras importantes

Todas as 243 linhas tarifárias de vestuário dos capítulos 61 e 62 do SH pagam 35% de imposto de importação, sem preferência para Bangladesh (tarifa Camex, out. 2026). PIS/COFINS-Importação e ICMS estadual incidem além desse imposto. Como não há preferência, a saída de Bangladesh da categoria de país menos desenvolvido não muda o que suas roupas pagam no Brasil. A etiqueta de roupas importadas deve estar em português, e o comprador brasileiro precisa ser importador habilitado no Siscomex. A Abit, associação da indústria têxtil brasileira, defende medidas de defesa comercial contra roupas asiáticas, por isso vale acompanhar novas medidas.

Como conquistar compradores brasileiros

Concorra em confiabilidade e conformidade, não apenas em preço. Leve os números dos seus certificados LEED, WRAP, OEKO-TEX, GOTS ou ISO: os compradores podem conferi-los em registros públicos. Combine com o comprador o texto da etiqueta em português antes da produção e apresente preços FOB e CIF para facilitar a comparação do custo final. Mostre os básicos de algodão que o Brasil já compra e ofereça o próximo passo em tecido, acabamento ou modelagem. As amostras do estande entram no Brasil por admissão temporária, já que o Carnê ATA não é aceito.

Regras em resumo

  • Imposto de importação de 35% em todas as 243 linhas de vestuário do SH 61–62, sem preferência para Bangladesh (Camex, out. 2026)
  • PIS/COFINS-Importação e ICMS estadual incidem além do imposto
  • A etiqueta de roupas importadas deve estar em português
  • O comprador precisa ser importador habilitado no Siscomex
  • Amostras do estande entram por admissão temporária; o Carnê ATA não é aceito

Um resumo para planejamento, não um parecer jurídico. Confirme as regras vigentes com o seu importador ou despachante aduaneiro.

Quem expôs

Vestuário

Empresas deste setor na Made in Bangladesh Expo 2025.

  • Apex Lingerie
  • BAB Trend Fashion
  • Benchmark
  • Blue Planet Group
  • Marsik
  • Mitali Group
  • Pioneer Casual Wear
  • Renaissance Group
  • STS Apparel
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